segunda-feira, 22 de abril de 2013

Introdução ao DHCP


Introdução ao DHCP

Numa rede de Arquitetura TCP/IP, todo computador tem que possuir um endereço IP distinto. O DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol - é o protocolo que provê um meio para alocar estes endereços dinamicamente.
Embora este artigo também apresente uma introdução ao protocolo DHCP, o que já foi feito neste boletim através do artigo DHCP: Por que Usar? , aqui são apresentados alguns conceitos de forma mais aprofundada, bem como é ensinado como instalar e configurar o DHCP em MáquinasWindows NT.
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Introdução

Inicialmente, a necessidade de automatizar a requisição e distribuição do endereço IP deu-se em função da existência de estações sem disco (diskless). Esta demanda provocou o uso do protocolo de camada de enlace RARP.
Com o aumento do número de máquinas nas redes e também a crescente necessidade de maiores informações de configuração para comunicação em uma rede, o RARP mostrou-se ineficiente, o que levou a criação do protocolo BOOTP.
O advento da computação móvel trouxe uma grande limitação ao BOOTP. Foi criado, então, o DHCP, uma versão estendida do BOOTP, que permite a atribuição dinâmica de endereços IP.
O DHCP foi designado para resolver esse problema enquanto simplifica a administração da rede TCP/IP. DHCP vem do Inglês Dynamic Host Configuration Protocol que significa Protocolo de Configuração de Host Dinâmico.
O DHCP é especificado pela IETF - Internet Engineering Task Force por meio dos RFCs (Requests For Comments) 1533, 1534, 1541 e 1542.
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O RARP

Para se entender claramente o funcionamento do DHCP, é necessário conhecer o funcionamento do BOOTP, que, por sua vez, exige conhecimento prévio em relação ao funcionamento e problemas do RARP (Reverse Address Resolution Protocol).
Para um sistema computacional enviar e receber datagramas é preciso que este possua um endereço de rede IP de 32 bits que o identifique. Em condições normais (uma estação completa), o endereço IP fica armazenado na memória da máquina, carregado após o boot. Quando a máquina não possui um disco para inicialização do sistema (estação diskless) para carregar o seu endereço IP, a imagem de memória daquela estação fica armazenada no servidor. Como é possível a máquina cliente obter o seu endereço IP para envio da imagem de memória pelo servidor?
Cada máquina com uma placa de rede possui uma identificação única e que praticamente não se repete. Esta identificação é uma seqüência de bits, gravado no chip da placa, que é utilizada como endereço físico na rede (MAC address). A estação diskless utiliza um protocolo que permite a obtenção do endereço IP fazendo uso do endereço físico da placa. Este protocolo é o RARP.
RARP é uma adaptação do protocolo ARP [RFC826] e apresenta o seguinte formato de mensagem:
A exemplo do ARP, a mensagem RARP trafega na rede encapsulada na porção de dados de um quadro. A identificação do quadro é feita com o preenchimento de valores diferentes no campooperação.
A comunicação RARP é feita a partir da difusão da solicitação de uma estação na rede local paraaquisição de um endereço IP. A estação solicitante remete, na sua mensagem, o seu endereço MAC no campo target HA. Somente os servidores RARP irão processá-la.
Os servidores respondem às solicitações preenchendo o campo tipo de protocolo, mudando o campo operação de solicitação para resposta e enviando a mensagem diretamente a máquina solicitante. Ela recebe as respostas de todos os servidores RARP, mesmo tendo aceito a primeira. A partir deste momento a máquina só utilizará o RARP novamente se for feita uma reinicialização do sistema.
Com isso, ficam aparentes algumas desvantagens deste protocolo:
  • Como o RARP opera num nível mais baixo, ele utiliza um acesso direto ao hardware de rede, com isso torna-se muito complicado para um programador de aplicativos construir um servidor;
  • Ele subutiliza o quadro, pois poderia carregar mais informações úteis para a configuração do cliente sem "custo adicional";
  • Pelo fato do RARP utilizar um endereço de hardware para identificar o equipamento, ele não pode ser aplicado em redes que atribuem esses endereços dinamicamente.

Figura 1: Pacote RARP
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O BOOTP

As deficiências encontradas no RARP foram solucionadas com a criação do BOOTP (BOOTstrap Protocol). Por utilizar o UDP para trafegar suas mensagens, ele pode ser usado por uma aplicação de forma mais simples que o RARP. Ele também é mais eficiente que este protocolo por embutir em sua mensagem outras informações importantes para a inicialização.
Diferente da comunicação RARP, a comunicação BOOTP se processa na camada de rede. A estação cliente lança a sua solicitação na rede utilizando um endereço IP de difusão. Os servidores BOOTP serão os únicos a reconhecer e responder também por difusão. Esta forma de resposta é utilizada pelo fato do cliente não possuir ainda, o seu endereço IP para confirmar o recebimento.
O BOOTP delega ao cliente toda a responsabilidade por uma comunicação segura pois, os protocolos utilizados são passíveis de corrupção ou perda de dados. O BOOTP solicita ao UDP -User Datagram Protocol - que faça um checksum e ainda especifica que solicitações e respostas tenham seu campo DONT FRAGMENT ativo para comportar clientes de memória pequena.
O BOOTP permite várias respostas e processa sempre a primeira. Caso haja perda de datagrama, utiliza-se uma técnica de TIMEOUT para retransmissão.
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DHCP: A evolução

Criado para substituir o BOOTP na tarefa de automatizar o fornecimento de endereços IP em uma rede, o DHCP é um serviço que permite facilidades para redes que utilizam a computação móvel (wireless network, computadores portáteis) ou que possuem uma faixa de endereços IP limitada.
Dois fatores contribuíram para que esse novo protocolo de configuração fosse criado. O BOOTP resolveu parte do problema de subutilização do quadro quando do envio de um endereço IP. Com o DHCP, em uma única mensagem são enviadas para o equipamento todas as informações de inicialização necessárias. Outro fator importantíssimo e que pode ser considerado como o principal é a locação rápida e dinâmica de um endereço IP para um equipamento conectado à rede.
ATRIBUIÇÃO DE ENDEREÇO
O DHCP pode atribuir endereço para um equipamento de rede de três formas:
  • Configuração manual;
  • Configuração automática;
  • Configuração dinâmica.
Configuração Manual
Neste caso, é possível atrelar um endereço IP a uma determinada máquina na rede. Para isso, é necessária a associação de um endereço existente no banco do servidor DHCP ao endereço MAC do adaptador de rede da máquina. Configurado desta forma, o DHCP irá trabalhar de maneira semelhante ao BOOTP. Esse endereço "amarrado" ao equipamento não poderá ser utilizado por outro, a não ser que eles utilizem a mesma placa de rede.
Configuração Automática
Nesta forma, o servidor DHCP é configurado para atribuir um endereço IP a um equipamento por tempo indeterminado. Quando este conecta-se pela primeira vez na rede, lhe é atribuído um endereço permanente. A diferença existente entre esta e a primeira configuração é que nesta não é necessária uma especificação do equipamento que utilizará determinado endereço. Ele é atribuído de forma automática.
Configuração Dinâmica
Neste tipo de configuração, é que reside a característica principal do DHCP, que o diferencia do BOOTP. Desta forma o endereço IP é locado temporariamente a um equipamento e periodicamente, é necessária a atualização dessa locação. Com essa configuração, é possível ser utilizado por diferentes equipamentos, em momentos diferentes, o mesmo endereço IP. Basta, para isso, que o primeiro a locar o endereço, deixe de utilizá-lo. Quando o outro equipamento solicitar ao servidor DHCP um endereço IP poderá ser fornecido ao mesmo o endereço deixado pelo primeiro.
O SERVIDOR DHCP
O servidor DHCP deve ser configurado pelo administrador da rede para disponibilizar aos seus clientes, endereços IP em uma das três formas de fornecimento descritas acima. Para tanto, ele alimenta um banco com os endereços da sua sub-rede que serão fornecidos de forma automática. É importante deixar claro que, em uma rede, o administrador deverá deixar fixo em algumas máquinas os seus endereços IP.
Nas configurações, será estabelecido o prazo de locação de um endereço. Esse prazo pode variar de horas a dias ou simplesmente ser ilimitado. Essa decisão irá depender da rede em que o DHCP está servindo e das necessidades de um determinado equipamento.
O CLIENTE DHCP
Um cliente DHCP é um equipamento que está configurado para solicitar a um servidor DHCP um endereço IP.
Como já foi dito anteriormente, alguns equipamentos na rede devem possuir endereços IP fixos, já configurados na própria máquina, em função dos serviços que eles disponibilizam na rede. Essas máquinas não são consideradas como clientes DHCP.
Um cliente DHCP pode passar por seis estados de aquisição:
  • INICIALIZA
  • SELECIONA
  • SOLICITA
  • LIMITE
  • RENOVA
  • VINCULA NOVAMENTE
O que define em que estado se encontra o cliente é a mensagem que ele envia para um dos servidores DHCP da sua rede.
Inicializa
Quando um cliente inicializa pela primeira vez, ele difunde uma mensagem para todos os servidores DHCP da rede local a fim de adquirir as configurações de inicialização na rede. Para tanto ele manda uma mensagem DHCPDISCOVER.
DHCPDISCOVER é enviado em um datagrama UDP da mesma forma que no BOOTP. Após o envio dessa mensagem, o cliente passa para o estado SELECIONA.
Seleciona
Neste estado, o cliente permanece aguardando a resposta dos servidores DHCP que receberam oDHCPDISCOVER. Aqueles servidores que estiverem configurados para responder, enviam ao cliente uma mensagem DHCPOFFER. Nesta mensagem, estão embutidas as informações necessárias para a configuração do cliente juntamente com um endereço IP que o servidor lhe oferece como empréstimo. Após o recebimento de todas as mensagens enviadas pelos servidores, o cliente irá optar por uma e entrará em negociação de locação com o servidor ofertante. Para iniciar a negociação, o cliente envia a mensagem DHCPREQUEST. Neste momento, ele entra no estado SOLICITA.
Solicita
Aqui, o cliente aguarda uma resposta de confirmação do servidor DHCP que ele entrou em negociação. Essa confirmação é remetida através da mensagem DHCPACK. Com o recebimento da confirmação, o cliente passa a ter um endereço IP e utiliza-o, bem como todas as outras informações de configuração que foram enviadas pelo servidor e entra no estado LIMITE.
Limite
Este é o estado em que permanece o cliente durante a utilização do endereço IP até que atinja o período de renovação ou ele decida não mais utilizar o endereço locado. Para este último caso, onde o cliente não espera o término do prazo da locação, ele envia uma mensagemDHCPRELEASE para o servidor, a fim de provocar a liberação do endereço IP locado. Desta forma, o cliente não mais poderá enviar datagramas IP utilizando-se do endereço que possuía e passa para o estado INICIALIZA.
Renova
Ao receber um DHCPACK, o cliente adquire a informação do período de locação do endereço. De posse dessa informação, ele inicializa três temporizadores. Eles são utilizados para controlar os períodos de renovação, revinculação e do fim da locação. O servidor pode especificar o valor de cada temporizador. Não havendo essa especificação o cliente utiliza os valores padrões, que são de 50%, 85% e 100%, respectivamente.
Quando o temporizador ultrapassa o valor da renovação, o cliente tentará renovar a locação. Para isso, ele faz uso novamente do DHCREQUEST ao servidor. Assim, ele passa para o estadoRENOVA e aguarda a resposta. Na mensagem, segue embutido o endereço IP atual do cliente e uma solicitação de extensão da locação do mesmo. O servidor poderá responder autorizando a renovação da locação que necessariamente não possuirá o período anteriormente destinado, ou poderá responder de forma negativa. No primeiro caso, o servidor envia um DHCPACK ao cliente. O recebimento dessa mensagem faz com que o cliente retorne ao estado limite. No segundo caso, o servidor envia um DHCPNACK, que faz com que o cliente interrompa o uso do endereço IP e passe para o estado INICIALIZA.
Vincula Novamente
Ao entrar no estado RENOVA, um cliente fica aguardando a resposta do servidor. Caso essa resposta não chegue (é possível que o servidor tenha sido desligado, ou tenha sido desconectado da rede), o cliente permanece nesse estado e comunicando-se normalmente até que seja ultrapassado o limite do segundo temporizador. Nesse ponto, o cliente passa do estado RENOVApara o estado VINCULA NOVAMENTE. A partir daí, o cliente pressupõe que o servidor que lhe locou o endereço IP não estará mais disponível e tenta obter a renovação com qualquer outro servidor DHCP da sua rede local através da difusão de DHCPREQUEST. Caso receba um DHCPACK de algum servidor habilitado para tal, o cliente retornará para o estado LIMITE. Em recebendo umDHCPNACK, ele passará para o estado INICIALIZA.
No caso do cliente não receber qualquer resposta, ele permanecerá utilizando o endereço IP inicialmente locado até que seja atingido o valor limite do terceiro temporizador, o que fará com que ele passe para o estado INICIALIZA.
FORMATO DA MENSAGEM DHCP
O servidor DHCP poderá responder tanto às solicitações BOOTP, quanto DHCP, pois ambas possuem o mesmo formato.
A figura a seguir mostra o formato da mensagem DHCP.

OP
HTYPE
HLEN
HOPS
ID DE TRANSAÇÕES
SEGUNDOS
FLAGS
ENDEREÇO IP DO CLIENTE
SEU ENDEREÇO IP
ENDEREÇO IP DO SERVIDOR
ENDEREÇO IP DO ROTEADOR
ENDEREÇO DE HARDWARE DO CLIENTE (16 OCTETOS)
NOME DO HOST DO SERVIDOR (64 OCTETOS)
NOME DO ARQUIVO DE PARTIDA (128 OCTETOS)
OPÇÕES (VARIÁVEL)
Os campos da mensagem DHCP:

CAMPO
INFORMAÇÕES
OP
Numa mensagem DHCP, uma solicitação e uma resposta possuem os mesmos campos. O que as diferenciam é o conteúdo deste campo. A informação um indica uma solicitação, a informação dois indica uma resposta
HTYPE
Informa o padrão de rede utilizado pelo adaptador de rede
HLEN
Informa o tamanho do endereço MAC do adaptador de rede
HOPS
Quantidade de roteadores pelos quais a mensagem deverá passar
ID DE TRANSAÇÕES
Número de identificação da mensagem
SEGUNDOS
Quantidade de tempo em segundos desde que o cliente fez a inicialização
FLAGS
Utilizado para "setar" opções especiais de resposta às solicitações
ENDEREÇO IP DO CLIENTE
Em uma solicitação o cliente informa o seu endereço IP (possível quando o cliente conhece o seu endereço)
SEU ENDEREÇO IP
Utilizado pelo servidor para enviar informação do endereço IP disponível para o cliente que solicitou.
ENDEREÇO IP DO SERVIDOR
Preenchido pelo cliente quando ele quer obter uma informação de um servidor específico.
ENDEREÇO IP DO ROTEADOR
Preenchido pelo servidor para informar ao cliente o endereço IP do roteador da rede local
END. DE HARDWARE DO CLIENTE
Informação do endereço MAC do cliente
NOME DO HOST DO SERVIDOR
Quando esses campos não são utilizados para enviar as informações pertinentes a cada um (nome do servidor e informação do sistema operacional que será inicializado no cliente) o DHCP utiliza-o remetendo informações adicionais transformando-os em campo de OPÇÕES, otimizando assim a utilização da mensagem.
NOME DO ARQUIVO DE PARTIDA
Nome do arquivo que contém a imagem de memória da(s) estação (ões) correspondente(s)
OPÇÕES
Esse campo é utilizado para informar que tipo de resposta ou solicitação DHCP (DHCPDISCOVER, DHCPOFFER etc.) está sendo enviada para o cliente ou para o servidor.
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Usando o DHCP

Um servidor DHCP faz com que o endereçamento a máquinas seja um processo mais dinâmico do que estático. Normalmente, um novo usuário da rede solicita ao gerenciador um endereço IP válido. O gerenciador executa uma entrada nas tabelas HOSTS ou no banco de dados DNS. Esse usuário pode precisar desse endereço apenas esporadicamente ou até temporariamente. Contudo, enquanto o endereço é atribuído a uma máquina, ninguém mais pode usá-lo.
Outro problema surge quando os usuários se tornam móveis e levam suas máquinas com eles. Se alguém move o seu computador pessoal de uma rede do prédio para outra, o endereço antigo poderá não funcionar na nova rede local. Solicitar ao gerenciador de rede local um endereço para usar apenas temporariamente não faz sentido.
Com o DHCP, os endereços IPs são atribuídos automaticamente conforme a necessidade e depois liberados quando não são mais necessários. O processo é bem simples. Um servidor DHCP possui um grupo de endereços válidos que pode atribuir aos clientes. Quando o sistema de um cliente inicia, ele envia uma mensagem na rede solicitando um endereço.
Cada servidor DHCP (podem existir vários) responde com um endereço IP e informações de configuração. O cliente recolhe as ofertas e seleciona um endereço válido, enviando de volta a confirmação para o servidor. Todos os servidores DHCP recebem a confirmação do cliente. O servidor DHCP cujo endereço foi selecionado pelo cliente, envia de volta uma mensagem de reconhecimento, enquanto os demais servidores DHCP cancelam as ofertas anteriores de seus grupos. Após o recebimento da mensagem de reconhecimento do servidor DHCP, o cliente pode participar da rede TCP/IP.
O servidor DHCP, essencialmente, reserva o endereço para o cliente. Esta pode ter um tempo determinado de modo que as reservas sem uso sejam retornadas de forma automática ao grupo de endereços. Se a reserva expirar, mas a máquina ainda estiver usando o endereço, o servidor DHCP poderá renová-la, a fim de que o cliente possa continuar com o mesmo endereço.
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Instalando e configurando o DHCP no Windows NT

Para instalar um servidor DHCP em uma máquina Windows NT, é necessário ir à caixa de diálogoTCP/IP Installation Options. Se precisar, deve-se dar dois "cliques" sobre o ícone Network noControl Panel. Em seguida, deve-se escolher o botão Add Software e selecionar a opção TCP/IPand Related Components na lista de softwares.
O item DHCP Server Service da lista deve ser escolhido, dando um "clique" sobre OK em seguida. O Windows NT começará a copiar os arquivos necessários para seu disco rígido. Isso é tudo para a instalação.
Para configurar o DHCP Server Service, deve-se usar o utilitário DHCP Administrator. Esse utilitário instala-se automaticamente quando os serviços do DHCP também o são. Deve-se dar dois "cliques" sobre o ícone DHCP Administrator no grupo Network Administration.
A primeira coisa que se deve fazer é criar um escopo administrativo do DHCP. Um escopo é equivalente a uma sub-rede em uma rede. Destaque a entrada Local Machine sob a lista DHCP Servers. Em seguida, deve-se selecionar o Scope Create no menu, quando a caixa de diálogoCreate Scope aparecerá.
Nessa caixa de diálogo, estabelece-se o grupo de endereços que o DHCP disponibiliza dinamicamente para os clientes do DHCP. Digitam-se os endereços inicial e final para definir a faixa. Caso se queira excluir alguns endereços do grupo, pode-se digitar uma faixa a ser excluída ou um endereço. Para inserir uma faixa de endereços a ser excluída, digitam-se valores nos campos Start Address e End Address. Para excluir um único endereço, este deve ser informado no campo Start Address. As faixas e endereços excluídos devem incluir outros servidores DHCP, clientes que não são do DHCP, estações de trabalho sem disco ou clientes RAS.
Ao inserir faixas ou endereços excluídos, deve-se dar um "clique" sobre o botão Add para acrescentá-los à lista da direita. Se um erro for cometido ou se muda-se de idéia sobre um endereço excluído, este deve ser destacado e um clique sobre o botão Remove faz-se necessário.
A próxima parte da caixa de diálogo Create Scope, intitulada Lease Duration, determina o tempo durante o qual os clientes do DHCP podem manter seus endereços.
Deve-se ter em mente que uma das razões principais para instalar um servidor DHCP é a atribuição e liberação dos endereços dinamicamente.
Se for necessário que o servidor DHCP atribua endereços quando forem solicitados, mas nunca os libere, deve-se dar um "clique' sobre o botão Unlimited Lease Duration. É mais provável que se queira definir a duração para alguns dias ou horas. Se especificar uma duração de três dias (o valor padrão), o servidor DHCP verificará se o cliente ainda está usando aquele endereço quando a reserva expirar. Se o cliente ainda estiver usando o endereço, a reserva poderá ser renovada.
Se existir escassez de endereços válidos na rede e as máquinas ficarem fora do ar com freqüência, três dias poderá ser muito tempo para uma reserva. Neste caso, pode-se querer especificar poucas horas. O único problema é o aumento de tráfego da negociação de endereços entre os servidores e clientes do DHCP. Se existirem endereços suficientes para a rede, mas ainda quiser endereços livres e sem uso depois de pouco tempo, poderia ser apropriado atribuir uma reserva de duração mais longa (como 30 dias).
A única coisa que é necessário inserir na caixa de diálogo Create Scope é um nome de escopo e um comentário opcional. O nome pode ter até 128 caracteres e pode ser qualquer nome que se queira dar à sub-rede. Pode-se usar letras, números e hífens. Qualquer outra informação que se queira incluir sobre o escopo poderá ser inserida no campo Comment.
Quando acabar de inserir todos os valores na caixa de diálogo, deve-se dar um "clique" sobre o OK. O Windows NT informará que o escopo foi criado, mas que o mesmo ainda não está ativo. Para ativá-lo, deve-se dar um "clique" sobre o Yes. Querendo alterar as propriedades do escopo, basta destacar o escopo no lado esquerdo do utilitário DHCP Manager e selecionar Scope, Properties.
Também a partir do menu Scope, pode-se selecionar Active Leases para ver quais computadores estão usando o servidor DHCP. A caixa de diálogo Active Leases aparecerá. Querendo, pode-se destacar um cliente e dar um "clique" sobre o botão Properties. Será então, exibido o endereço IP, quando a reserva vai expirar, o nome do cliente e o Identificador do Cliente que é normalmente o endereço MAC do adaptador da rede nessa máquina.
A opção Add Reservations pode ser escolhida para fazer aparecer a caixa de diálogo Add Reserved Clients. Essa opção permite que se reserve um endereço específico para um cliente preestabelecido. Pode-se, portanto, especificar qualquer endereço IP que não esteja sendo usado do grupo de endereços. No campo Unique Identifier, deve-se digitar o endereço MAC do adaptador da rede no computador do cliente. A seguir, o nome do computador do cliente deve ser preenchido como uma ajuda, a fim de se lembrar para qual cliente o endereço foi reservado. É preciso digitar o nome exato do computador para o cliente. Qualquer outra informação que queira digitar sobre o cliente poderá ser colocada no campo Client Comment.
O utilitário DHCP Manager permite que se alterem os parâmetros de configuração que o servidor atribui aos clientes. As opções fornecem valores padrões baseados nos parâmetros padrões definidos pelo Internet Networking Group no RFC 1542. Pode-se alterar esses parâmetros para influenciar cada cliente ao qual o servidor DHCP presta serviços ou clientes de um determinado escopo.
Caso se queira alterar os valores padrão, pode-se fazer isso do mesmo modo. Essas opções de interligação na rede TCP/IP são avançadas e, a não ser que saiba o que está fazendo, corre-se o risco de piorar o desempenho ou fazer com que ele fique inutilizável.
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Conclusão

O DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol - é um padrão industrial aberto que é projetado para reduzir a complexidade da administração da rede TCP/IP. Ele especifica métodos para configuração simplificada e dinâmica dos computadores, reduzindo, dessa forma, a carga de adicioná-los, movê-los e/ou removê-los destas redes.
Conhecendo-se os recursos DHCP, pode-se utilizá-lo como um aliado na administração de uma rede.
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Referências bibliográficas

Douglas E. Comer - Interligação em Redes com TCP/IP vol. 1 - Princípios, protocolos e arquitetura - tradução ARX Publicações, 3a. ed. Ed. Campus - 1995
Microsoft Windows NT Server resource Kit: for Windows NT Server version
4.0/Microsoft Corporation: tradução Altair Dias Caldas. São Paulo: Makron Books, 1997
Angela Maria Duran Bugallo <>
Márcio Almeida Barros <>
Waldeck Ribeiro Torres <>
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)

sábado, 20 de abril de 2013

ranking do roubo de carros em Porto Alegre


Em relação aos roubos, a Mariland só fica atrás das avenidas Assis Brasil e Protásio Alves. Os ataques ocorrem quando o motorista está saindo ou chegando ao carro no estacionamento. A advogada Luciane Fleck Pontes foi assaltada em março na Mariland. Ela saía do carro Picasso para ir até uma loja numa tarde de domingo.
- Violência horrível. Eu estava com meu filho de cinco anos e meu marido. Eram dois ladrões armados. Depois, fiquei sabendo de outros casos. Acho que estão atuando direto ali - conta a advogada.
O carro foi abandonado em seguida no bairro Bela Vista, onde os ladrões atacaram outra família para roubar camionete. O porteiro Walter Andrade Rodrigues Sobrinho trabalha desde o ano passado num prédio comercial na Mariland. Ele já viu assalto a motorista de manhã cedo. 
- Um senhor saiu do prédio e na hora de entrar no carro foi atacado por dois ladrões. Aqui no prédio, eu fico sempre monitorando quando entram e saem os carros dos condôminos - relata o porteiro
O ranking do furto e roubo de veículos em Porto Alegre é liderado pela Avenida Sertório, com 146 casos em 14 meses. A lista tem na sequência as avenidas Ipiranga, Protásio Alves e Bento Gonçalves. Depois dessas grandes vias, a Rua Ramiro Barcelos é a campeã no furto, quando o dono não está no carro. Ela tem muitos carros estacionados dia e noite. Na Ramiro Barcelos, estão muitos prédios antigos sem garagem. Na região do Hospital de Clínicas, familiares e pacientes deixam veículos estacionados na rua. O vendedor de cachorro quente Adilson Ferreira Gomes trabalha há quatro anos numa van em frente ao hospital e já viu várias pessoas decepcionadas ao chegarem na rua.
- Elas saem do hospital e vem perguntar se eu não vi o carro. Os ladrões agem noite e dia. Eu já vi aqui na frente levarem um carro. É muito rápido - conta o vendedor.
As 50 ruas e avenidas mais visadas pelos ladrões de carro em Porto Alegre estão concentradas nas regiões Central e Norte, onde o seguro é mais carro. A Zona Sul tem somente duas na lista. O bairro com mais chance de perder o carro é o Centro, principalmente pelos furtos. Em seguida, está o bairro Petrópolis, onde são mais comuns os roubos. Os outros bairros mais visados são Sarandi, Rubem Berta, Vila Ipiranga, Menino Deus, Cristo Redentor, Santana, Floresta e Passo D´Arreia. Em 14 meses, foram roubados ou furtados 11,8 mil veículos em Porto Alegre. A taxa de recuperação fica acima de 40%.
O veículo mais roubado e furtado (veja a lista) na cidade é o Gol 1.0, seguido pelo Hyundai I30, 

sábado, 23 de março de 2013

Alimentação saudável:


Você está comendo uma dieta equilibrada?

Os vegetais devem ser um dos principais componentes da sua dieta. Ao incluir uma grande variedade de legumes frescos ou congelados de todas as cores em sua dieta, não só o seu benefício para a saúde da vasta gama de vitaminas, fitoquímicos, minerais e outros nutrientes que os vegetais contêm, mas você também vai achar mais fácil para manter seu peso sob controle. Os vegetais são baixos em calorias, tem uma fibra e alto teor de água e, como resultado mantê-lo cheio e satisfeito com menos calorias. Frutas são essenciais também, mas deve comer com moderação devido ao teor de açúcar.

As proteínas fornecem aminoácidos essenciais que o corpo precisa para crescer e funcionar. Embora as fontes de proteínas de origem animal, tais como a carne vermelha e lacticínios contêm todos os aminoácidos necessários pelo organismo, a desvantagem é que estas fontes são ricos em gordura saturada, que se consumidos em grandes quantidades, pode levar ao aumento de peso e da doença. Melhores opções de proteínas são carnes brancas magras, como peru e frango, peixes (especialmente salmão), de soja e legumes, como lentilha, feijões e nozes.

Carbohydratesare uma parte importante da nossa dieta, e fornecer o combustível necessário para o corpo para a atividade física. No entanto, nem todos os hidratos de carbono são os mesmos. Carboidratos refinados, como arroz branco, pão e massas, açúcares e doces são rapidamente quebrada em glicose, resultando em picos de insulina e com o tempo, isso pode levar a problemas de saúde e problemas de controle de peso. Hidratos de carbono complexos, por outro lado, como aveia, feijão, arroz integral e pão de grãos integrais são quebrados mais lentamente em glicose, (em outras palavras, são "GI baixo"), e, portanto, muito mais saudável.

Gorduras são densos em calorias, e são a forma como o corpo armazena energia, por isso alimentos ricos em gordura pode facilmente levar ao ganho de peso. No entanto, mais importante do que a quantidade de gordura que você come é o tipo de gordura. Gorduras saturadas e gorduras trans aumentam o risco de doença cardíaca e pode aumentar os níveis de colesterol. Estes são encontrados na manteiga, carnes de animais, óleo de coco e margarina. As gorduras insaturadas, como nozes, peixes, virgem extra, abacate e linhaça tem propriedades anti-inflamatórias e reduzir o risco de doença cardíaca. A chave é substituir gorduras saudáveis ​​com gorduras saudáveis


Orientações saudáveis ​​de comer para viver uma vida saudável

Seguindo estas orientações alimentares saudáveis ​​abaixo você pode melhorar o seu bem-estar e reduzir o risco de doença. As dicas de alimentação saudável abaixo são realmente uma abordagem de senso comum para escolhas alimentares e pode ser adotado simplesmente mudando a sua atitude para comer.


Comer um pequeno almoço saudável para começar o dia, e comer regularmente durante todo o dia. Tente ter lanches saudáveis ​​entre as refeições principais.
A variedade é o tempero da vida. Isto irá lhe fornecer uma variedade de nutrientes essenciais
Não comer demais. Aprenda o controle da parcela, e manter sua ingestão kilojoule / diário de calorias dentro quantidades recomendadas. Pare de comer quando você está cheio.
Escolha preenchendo os alimentos que saciar sua fome, e ao mesmo tempo manter sua ingestão de calorias sob controle
Escolha métodos de cozimento saudáveis, como refogar assar, cozinhar e grelhar em vez de fritar ou comida a ferver. Use panelas antiaderente e azeite extra-virgem para pulverizar o pan
Aos poucos, mudar seus hábitos alimentares. Fazer uma pequena mudança a cada dia, em vez de mudanças radicais que não podem ser mantidos
Recebem o suficiente exercício físico, como esta é a chave para o controle de peso permanente. Incluir exercícios aeróbicos, como caminhada, bem como o exercício anaeróbico, como o treinamento de força em seu programa de fitness.
Durma o suficiente. O sono inadequado pode resultar em níveis mais elevados de tensão e aumento do risco de doença cardíaca
Equilibrar o seu tempo entre trabalho, família e amigos, e permitir tempo para si mesmo. Pessoas com fortes relacionamentos são geralmente mais felizes.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


HIS

Árabes, muçulmanos e islâmicos


Se você está atento às notícias na TV, nos jornais ou na internet, principalmente nos assuntos ligados aos conflitos Árabe-Israelenses ou à Guerra do Iraque, entre muitos outros, com certeza já se deparou com termos como árabemuçulmano ou islâmico. No entanto, o que esses termos significam? Existem diferenças entre eles? Se sim, quais? É justamente essas questões que vamos tentar resolver aqui.
Vamos começar pelo termo islâmico. Esse termo se refere aos seguidores do Islamismo, que é uma religião monoteísta criada no século VII d.c. por Maomé e que hoje conta com seguidores no mundo todo. Portanto, islâmico é todo seguidor da religião Islâmica, assim como os seguidores do Cristianismo são chamados de cristãos e os adeptos do Judaísmo de judeus.
Mapa do Islamismo pelo mundo
Muçulmano é apenas um sinônimo de islâmico, não havendo nenhuma diferença entre os termos. Portanto, se você ouvir alguém dizer que é muçulmano, isso significa que essa pessoa é islâmica, ou seja, seguidora do Islamismo.
O termo árabe se refere a uma etnia, ou seja, à etnia árabe, que é caracterizada pela língua árabe. Assim, todos os povos que têm a língua árabe como oficial podem ser chamados de árabes. Como exemplo, podemos citar os iraquianos, os egípcios, os marroquinos, os palestinos, os sauditas, entre muitos outros.
Aqui vemos a cidade de Meca, na Arábia Saudita, considerado o lugar mais sagrado do Islamismo
Nós devemos, portanto, ter em mente que islâmico muçulmano são referentes a uma religião, enquanto árabe é referente a uma etnia. Essa confusão se dá porque a religião islâmica foi criada pelo povo árabe, e entre esse povo o islamismo ganhou muitos adeptos. No entanto, devemos lembrar que nem todo muçulmano (ou islâmico) é árabe. Os turcos, os iranianos e os afegãos são povos muçulmanos, mas não árabes. Isso porque não falam a língua árabe. O país que possui a maior população muçulmana do mundo é a Indonésia, que também não é árabe. Devemos ainda lembrar que na Europa, há diversos povos muçulmanos, como é o caso dos Albaneses, dos Bósnios, dos Chechenos. Além disso, há muitos imigrantes muçulmanos em países como França, Alemanha e Inglaterra.
Agora sabemos que nem todo muçulmano é árabe. No entanto, todo árabe é muçulmano? A resposta para essa pergunta é não. Apesar de a maioria dos povos árabes professarem o islamismo, há o caso do Líbano e da Síria, que apesar de serem países árabes – já que têm o árabe como língua oficial – e terem a maior parte de suas populações seguidoras do Islamismo, os dois países possuem uma expressiva parcela de sua população que é adepta do Cristianismo. Ou seja, nesses países existem muitos árabes que não são muçulmanos, já que não seguem o Islamismo.
Muçulmanos orando em Cabul, Afeganistão
Você já sabe, então, que islâmico e muçulmano são palavras sinônimas, mas que, apesar de estarem associadas ao termo árabe, não têm o mesmo significado. Caso você tenha alguma dúvida se determinado povo é ou não árabe, confira em um Atlas Geográfico a língua que eles falam e você terá a resposta.
Vale lembrar ainda que no Brasil, há o costume de referir-se aos imigrantes árabes em geral como turcos, no entanto, isso é um equívoco, uma vez que, como já dissemos, os turcos são muçulmanos mas não são árabes, uma vez que não falam a língua árabe. Esse equívoco se deu porque quando os primeiros imigrantes vindos da Síria e do Líbano, países árabes, chegaram ao Brasil, esses países estavam sob o domínio do Império Turco-Otomano, e portanto, esses imigrantes entravam no Brasil registrados como turcos, por isso então criou-se o costume de referir-se a todos esses imigrantes como turcos. No entanto, hoje esses países são independentes, e devemos desfazer esse equívoco, lembrando que um libanês não deve ser chamado de turco, por tratar-se de povos distintos.
postagem do site:   http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=17682

domingo, 18 de novembro de 2012

Gol Bolinha prata 98/99

Gol alinhado de lata prata ano 98 mod 99


meu fone 51 9726-8524 residencial 51 3336-3495 email infovra@ig.com.br com Valdeci
sou particular mas consigo financiar em loja em até 36x aceito troca dependendo do valor do veículo a ser recebido.Valor R$ 10.000 

Equação do Primeiro Grau

Qual é a raiz da equação 7x-2=-4x+5?

 7x+4x=5+2   aqui vocês conferem que foi trocado os lados e trocando os sinais
11x =7 aqui somei 7x mais 4x que 11x e do lado direito somei 5 mais 2 que é 7
11x=7

x=7/11 resultado final  é a raiz da equação

sábado, 17 de novembro de 2012

Estudos Programação em C


Programação
É a arte de fazer com que o computador faça exatamente o que desejamos que ele faça.

 A programação é a arte da criação (ou alteração) de um programa de computador, um conjunto concreto de instruções para um computador desempenhar. Computador, neste contexto, significa qualquer coisa que tenha capacidade de processamento. O programa é escrito numa linguagem de programação, embora seja possível, com alguma dificuldade, escrevê-lo diretamente em linguagem de máquina. Diferentes partes de um programa podem ser escritas em diferentes linguagens.
Diferentes linguagens de programação funcionam de diferentes modos. Por esse motivo, os programadores podem criar programas muito diferentes para diferentes linguagens; muito embora, teoricamente, a maioria das linguagens possa ser usada para criar qualquer programa. Para mais informações sobre estes métodos, veja Conceito  de programação.
tenho aqui um exemplo usando copilador dev c++ que vocês podem baixar ai no google

#include // aqui são as bibliotecas por exemplo você pode usar matemática carecteres cada um usa //tipo bibliotéca essas barrinhas // é para comentários no meio de uma programação#include#includemain(){              float numero, raiz,quad; //aqui tem float que vai indicar tipo de variável que mais abaixo tem que usar %f no // scanf , temos treê variáveis numero,raiz,quad               printf("numero:");// aqui  printf manda escrever na tela       scanf("%f",&numero);//aqui scanf busca variável pelo %f & nome da variável              if(numero>0){ // if de ingles para portugues (se) quer dizer se numero for maior zero         raiz=sqrt(numero); // rais recebe valor rais "sqrt" numero         printf("raiz:%f\n",raiz); //escreve         }         else{ de ingles para portugues "senão"              if(numero<0 for="for" menor="menor" numreo="numreo" que="que" se="se" span="span" zero="zero">           quad=numero*numero;//quad recebe numero vezes (x )numero           printf("quadrado vai %fser\n",quad);//escreve na tela           }           }// como iniciou la em cima ou seja abriu colchetes aqui fecha significa programa esta dentro os //"comandos"           system("pause"); //aqui termina e mostrar na tela programa  feito conpilado           }                                                            

sábado, 7 de agosto de 2010

feudalismo

Feudalismo na internet:

O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média. ...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

VW Gol é o veículo mais roubado/furtado no País

W Gol é o veículo mais roubado/furtado no País
29/07/2010 - Redação
Fonte: iCarros

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*estoque sujeito à disponibilidade.

De acordo com a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais), o Volkswagen Gol foi o veículo mais roubado e/ou furtado no Brasil durante o primeiro semestre. O ranking da entidade foi baseado no banco de dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

O estudo da CNSeg mostra também que 191.347 carros, motos, caminhões e ônibus foram alvos desses tipos de delitos, com registro da ocorrência, resultando em uma média de 1.057 veículos furtados ou roubados por dia. A lista com os dez modelos mais envolvidos nesses crimes conta com sete automóveis e três motocicletas. Segundo o Denatran, a frota total de veículos automotores no País em abril era de 61.014.812 unidades.

Veículos mais roubados/furtados no primeiro semestre de 2010:
1-Volkswagen Gol
2-Honda CG 125
3-Fiat Uno
4-Fiat Palio
5-Honda CG 150
6-Chevrolet Corsa
7-Chevrolet Celta
8-Honda CBX
9-Volkswagen Fusca
10-Volkswagen Parati

domingo, 1 de agosto de 2010

multas

Infrações gravíssimas

• Dirigir embriagado.
• Não prestar socorro a vítimas de acidentes, alterar o local do acidente ou se negar a fornecer informações para o boletim de ocorrência policial.
• Participar de racha ou pega.
• Ser flagrado ao volante depois de punido com a suspensão do direito de dirigir.
• Dirigir em acostamento, calçadas, gramados, canteiros centrais e marcas de canalização.
• Nas rodovias, estar mais do que 20% acima da velocidade permitida. E em vias urbanas, dirigir além de 50% da velocidade máxima admitida.
• Dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
• Estar sem lentes corretoras da visão enquanto dirige, não utilizar os aparelhos que auxiliam a audição, próteses ou retirar equipamentos do carro adaptado a deficientes.
• Entregar a direção ao portador de qualquer deficiência.
• Guiar veículo de uma categoria diferente daquele para o qual está habilitado.
• Entregar a direção a motorista embriagado.
• Usar o carro para amedrontar pedestres ou deixar outros motoristas em pânico.
• Avançar sinal vermelho.
• Transitar na contramão em ruas de sentido único.
• Retorno em local proibido.
• Não parar antes de cruzar a linha férrea.
• Guiar veículos sem uma das placas ou sem licenciamento.
• Atravessar barreira policial sem autorização
• Exibições ao volante. Manobras perigosas, com arrancadas e freios bruscos.
• Levar crianças menores de 10 anos nos bancos da frente.
• Não dar passagem a veículos dos serviços de urgência, como os carros da polícia, Corpo de Bombeiros e ambulâncias.
• Ultrapassar pela contramão onde houver linha dupla contínua ou linha simples amarela demarcada na pista.
• Prestar declarações falsas sobre domicílio ao Detran na hora de requerer documentos do carro ou carteira de habilitação.
• Deixar o carro em uma posição tal que bloqueie a passagem de outros veículos na via.
• Motorista flagrado ao volante com carteira de habilitação vencida há mais de 30 dias.
• Não reduzir a velocidade ao passar em frente a escolas, hospitais, estações de embarque e desembarque e locais de intensa movimentação de pedestres.
• Negar a preferência ao pedestre que atravessa na faixa.
• Forçar a passagem entre dois veículos que circulem em sentidos opostos quando eles estão na iminência de iniciar uma manobrar de ultrapassagem.
• Ultrapassar pela direita do veículo de transporte coletivo ou escolar.

Topo

Infrações graves

• O motorista que não está envolvido no acidente recusar-se a prestar socorro às vítimas, quando solicitado por policiais, bombeiros ou agentes do Detran.
• Deixar de sinalizar no momento em que mudar a direção ou a faixa de pista.
• Estacionar nas calçadas, ciclovias, sobre a faixa de pedestre, em canteiros centrais, gramados ou jardins públicos.
• Estacionamento em fila dupla.
• Circular em rodovias até 20% acima da velocidade permitida. Ou exceder em até 50% a velocidade limite das vias públicas.
• Ultrapassar pelo acostamento.
• Ignorar a distância de segurança que deve ser mantida em relação aos carros que seguem ao lado e à frente do veículo.
• Usar a marcha à ré para percorrer distâncias.
• Virar à direita ou à esquerda em locais onde a sinalização indica que estas manobras são proibidas.
• Consertar o carro nas vias públicas. A exceção vai para os casos em que seria impossível remover o veículo.
• Estacionar o carro a uma distância superior a um metro da calçada.
• Largar o veículo estacionado em área onde duas vias se cruzam, de maneira que fiquem prejudicadas a movimentação de pedestres e a circulação de outros automóveis.
• Utilizar viadutos, pontes e túneis como locais de estacionamento.
• Veículos com peso superior a 3,5 toneladas, como carretas e caminhões de carga, estacionados em trechos onde há aclive ou declive sem estar devidamente freados e sem calços de segurança.
• Parar o veículo nas pistas de rolamento das estradas, rodovias, vias de trânsito rápido (vias expressas) e as demais vias dotadas de acostamento.
• Transitar na contramão em vias com duplo sentido de circulação. Exceto nos poucos segundos em que o motorista precisar ultrapassar o carro a sua frente.
• Motoristas de caminhão e veículos pesados de modo geral que desobedecem aos horários e locais de tráfego proibidos pela autoridade de trânsito.
• Aproveitar o espaço aberto no trânsito pelas sirenes dos veículos que prestam socorro e atendimento de urgência para se deslocar com maior facilidade.
• Desobedecer a ordens da autoridade de trânsito ou de seus agentes, os policiais militares e civis e fiscais dos Detrans.
• Não observar, com antecedência, a necessidade de deslocar o veículo mais à esquerda ou à direita, de acordo com o lado para onde se quer seguir.
• Em locais onde não há retorno, manobrar perigosamente para cruzar a pista.
• Fugir para não pagar pedágio.
• Escapar das balanças que pesam os veículos nas rodovias.
• Negar ao pedestre a preferência de passagem quando ele atravessa onde não haja recursos para preservar seu espaço na pista (faixas, semáforos). Ou quando ele passa pela transversal para onde se dirige o automóvel.
• Deixar de dar a preferência de passagem em locais não sinalizados para veículos que seguem em rotatória ou rodovia. Ou negar a preferência ao carro que vier à direita.
• Não reduzir a velocidade na chuva, neblina, cerração e ventos fortes; nas estradas rurais sem limites laterais bem demarcados; nos trechos em curva de pequeno raio.
• À noite, negligenciar da obrigação de sinalizar devidamente a pista e apagar as luzes do veículo que precise ser removido da via por problemas diversos. Ou não sinalizar para alertar sobre automóvel parado no acostamento.
• Quando a carga transportada dos utilitários, por qualquer motivo, se derrama na pista à noite e o motorista não toma providência para sinalizar o local. E até apaga as luzes do veículo.
• Instalar equipamentos de som em volume não autorizado pelo Contran.
• Motorista ou passageiros sem o cinto de segurança.
Infrações médias
• Utilizar fones de ouvido e aparelho celular.
• Atirar objetos pelas janelas do carro.
• Encostar no automóvel que segue ao lado para conversar.
• Aproveitar o carro para jogar água ou detritos nos pedestres e outros veículos.
• Em acidentes sem vítima, o motorista não tomar providência para impedir que seu carro atrapalhe a circulação.
• Estacionar junto ou sobre hidrantes de incêndio, registro de água ou tampas de poços de galerias subterrâneas.
• Usar apenas uma mão para dirigir. Manter o braço do lado de fora da porta.
• Deixar o carro estacionado de modo que impeça a saída de outro veículo.
• Largar o veículo estacionado onde houver sinalização horizontal (demarcada na pista) indicando que o lugar é área de embarque e desembarque de passageiros do transporte coletivo.
• Estacionar no sentido oposto à direção por onde segue o fluxo de carros na via.
• Desobedecer às regras de local e horário de estacionamento expostas nas placas de sinalização.
• Parar o carro a mais de um metro de distância do meio-fio.
• Nas áreas de cruzamento, parar o carro em prejuízo do movimento de pedestres e carros.
• Parar o carro em pontes, viadutos e túneis.
• Parar o carro na contramão da direção para a qual segue o fluxo dos veículos na pista.
• Ignorar as recomendações sobre horário e local contida na placa que indica ''Proibido Parar''.
• Parar o veículo na faixa de pedestre durante a troca do sinal luminoso do semáforo.
• Com o veículo em movimento, deixar de se manter na faixa da pista destinada a ele.
• Para motoristas de carros de passeio e veículos leves de modo geral, dirigir em locais e horários proibidos pela autoridade de trânsito responsável pela área.
• Deixar de dar passagem pela esquerda quando for solicitado.
• Ultrapassar pela direita.
• Deixar de guardar a distância lateral mínima de 1,5 metro ao ultrapassar uma bicicleta.
• Estacionar junto ou sobre hidrantes de incêndio, registro de água ou tampas de poços de galerias subterrâneas.
• Dirigir a menos da metade da velocidade admitida na pista, salvo se as condições meteorológicas e de tráfego oferecerem grande risco de acidente.
• Abandonar na pista galhos, pneus, papelões e qualquer outro material utilizado para sinalizar a via em situações inesperadas, como problemas mecânicos.
• Acionar a luz alta em ruas com iluminação pública.
• Buzinadas prolongadas e sucessivas no período que vai das 22h às 6h.
• Parar com muita distância da calçada. A multa pune desde afastamento de 50 cm até um metro.
• Desatenção no ato de dirigir. Ou negligenciar os cuidados indispensáveis à segurança.
• Usar acostamento como estacionamento, exceto em situação de emergência.
• Em locais com normas de estacionamento expostas em placas de sinalização, parar em desacordo com as regras.
• Parar o carro em faixas destinadas a pedestres e nas ilhas de refúgio para a travessia, como o canteiro central do Eixão.
• Transitar na faixa da direita regulamentada para circulação exclusiva de determinado tipo de veículo, geralmente ônibus urbanos.
• Ultrapassar veículos em cortejo, desfile e formações militares.
• Não atualizar o cadastro de registro do veículo ou da habilitação do condutor

Recurso de Multa

Todo motorista tem o direito de contestar legalmente as multas sempre que discordar da punição aplicada ou considerá-la "injusta", seja ela atribuídas por fiscais, policiais ou radares eletrônicos (câmeras fotográficas). Além de livrar o motorista do pagamento da infração, o recurso -- quando aceito -- evita o acúmulo de pontos negativos na carteira de habilitação.
O recurso também é cabível em situações de emergência, como enchentes, catástrofes, socorro médico ou transporte de mulheres grávidas em trabalho de parto para a maternidade. Entretanto, todos esss argumentos não significam que o recurso será acatado pelas autoridades de trânsito. Na realidade, em geral, são raras as vezes em que o motorista ganha uma apelação.
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